segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Conceitos, palavras.
Que tem a pele com isso?
Certezas podem ser carne sem ser tinta.
Podiam.

Carrego a palavra nas costas
além de no fundo do peito e na ponta da língua.

Base das minhas asas invisíveis,
soco na boca do estômago,
filho de 7 letras de 20 minutos de gestação.
Um dia crianças vão deitar sobre o meu corpo pra aprender a soletrar.

Talvez quando essa perenidade me tomar por inteiro
passe essa surpresa, esse medo,
talvez o que hoje é susto vire orgulho do percurso,
e a palavra, embora brasa, cesse de queimar.


Maria Rezende

Um comentário:

  1. Oi minha flor..
    adorei as palavras de Maria Rezende..

    Inspira!

    visite-me
    lmaroubo.blogspot.com


    beijocas
    e linda semana :D

    ResponderExcluir

Deixe aqui sua semente. É ela que enche de flores este lugar!
Obrigada pela visita! ^^
Seja sempre bem vindo ao Jardim.