quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Foge o sono.
Fica o sonho.
Turvo.


*


Quisera meter goela abaixo a dor.
Ou a lembrança.
Tarde demais.

Tenho um poema entalado na garganta.
E não há maldição pior que esta.



Branna L.

Um comentário:

  1. Branna, esse poema é belíssimo! Perfeito! Grandioso! E quantos mais elogios eu pudesse fazer, nada expressa o que sinto quando o leio. Espero que você escreva sempre, que vou ficar por aqui desfrutando desses tesouros que você compartilha com a gente.
    Abraço!

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